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2013/05/30

Black Minnow, um vinil muito Fiiish

Muito se tem falado ultimamente dos Black Minnow, muitos de nós já os importávamos de Espanha ou França fascinados com o realismo deste vinil, há cerca de um mês que eles estão por cá e os temos experimentado com sucesso, por isso dedico-lhes este artigo, explorando tamanhos, pesos, cores, montagem e animações, será que todos sabem o que temos pela frente??

Provavelmente não, este vinil é uma autêntica revolução na pesca ao spinning, com conceitos inovadores que o caracterizam, proporcionando-lhes grandes vantagens em relação a tudo o que conhecemos até aos dias de hoje.



É incrível a semelhança
O Black Minnow é um vinil super realista, veja na foto ao lado com a comparação com uma petinga, confunde-se com facilidade, isto numa imagem parada, pode-se imaginar o que fará um predador se o vir passar.

É uma amostra de vinil composta por 3 partes, o cabeçote, o corpo e  anzol, contrariamente à maior parte de todos os outros vinis para mar que apresentam o anzol incorporado no cabeçote.

No caso do Black Minnow o anzol está livre e engata no cabeçote através do sistema PH2S patenteado pela Fiiish, sistema este que permite também a articulação entre o cabeçote e o anzol widegap que vai ficar escondido no corpo.

Esta característica é uma das principais vantagens do Black  Minnow, o anzol protegido no corpo reduz em muito as prisões e as perdas de material, permitindo explorar zonas que até agora não era possível.

Ao fim de umas jornadas de pesca os cabeçotes começam a aparecer batidos o que é normal, depois de tanta pancada no fundo, mas em nada altera o seu comportamento, por outro lado o vinil também apresenta algum desgaste, mas sem rasgar, provocado pela fricção do vinil com o anzol, principalmente no lançamento, as imagens em baixo são o bom exemplo do estado de 3 Black Minnows ao fim de 5 manhãs de pesca.

Três cabeçotes completamente marcados pelas pancadas nos
fundos e em rochas, nenhum outro vinil resiste tanto no mar.
O dorso apresenta picagens do anzol, um peixe maior pode rasgar
o vinil se proporcionar um combate mais violento, mas quem se
importa com uma captura dessas.
Quando começamos a experimentar estes vinis de pressa percebemos que se pode abusar da sorte, deixando o vinil afundar sem que se prenda, explorando todas as camadas de água, mesmo as zonas rochosas mais baixas, uma grande vantagem em relação a qualquer outra amostra, zagaia ou vinil, agora não há desculpas para se lançar no meio daquelas pedras ilhadas que nos comem as amostras, muitas vezes é ai que as surpresas acontecem.

Os menos habituados com este tipo de montagem podem torcer o nariz quando pensam na ferragem, ou por desconhecimento ou por relutância à mudança, mas todos os que já usam sistemas semelhantes na pesca ao achigã ou até em mar sabem perfeitamente que este tipo de montagem não perde nada na ferragem, bem pelo contrário, é uma montagem super eficaz com muito menos risco de perda de peixe, devendo-se apenas ferrar com uma pancada seca quando sentimos o toque.

Na maior parte das vezes o robalo pela forma que ataca acaba por se ferrar sozinho, mas muitas vezes os robalos maiores atacam mais subtilmente, mordiscam a amostra e temos que ter sensibilidade para podermos sentir isso, para além deste pormenor os robalos maiores têm também a boca mais dura, por isso nada perdemos com uma ferragem consciente ao mínimo toque sentido, depois muito dificilmente um peixe se desferra.

Em todos os ataques que tivemos nestes últimos tempos lembro-me apenas do Ricardo ter perdido um peixe por estar mal ferrado, um peixe entre muitos dos que foram pescados.


TAMANHOS E PESOS
Uma característica importante do Black Minnow é a opção de tamanhos e pesos que temos à disposição, 70, 90, 120, 140, 160 e 200 milímetros são os seis tamanhos disponíveis, existindo em cada tamanho duas gramagens de cabeçotes.

Os cabeçotes são distinguidos em "Shore" e Off-Shore", distinção que na minha opinião levanta alguma confusão no momento da escolha.

Embora os cabeçotes tenham essa designação temos utilizado os cabeçotes off-shore de costa, aguenta mais correntes e mais força de mar, apenas variamos a velocidade de recolha para regularmos a altura a que o nosso vinil nada.

Por exemplo podemos usar um Black Minnow 140 com 40g quando pretendemos lançar longe em dias com mar mais forte para que venha numa cadência média/lenta e suporte o mar que temos pela frente.

Por outro lado um Black Minnow 120 com 12g será ideal para zonas mais perto, de maior precisão no lançamento com condições fracas de mar, sem grande ondulação ou correntes.

Ou seja as designações Offshore e do Shore, não passam disso mesmo, designações, as condições de mar e as velocidades de recolha que pretendemos fazem a grande diferença e determinam que pesos e medidas utilizar, por isso todos podem ser utilizados de costa em função das condições.

Os tamanhos mais indicados para o spinning de costa ao robalo serão os 120 e os 140, cada um com as suas gramagens, nos 120 existem com 12 e 25g enquanto os 140 existem em 40g estando as 20g previstas pela Fiiish para o mês de Junho.

Os tamanhos mais pequenos de 70 e 90 mm com cabeçotes de 3g/6g e 5g/10g respectivamente são ideais para trutas e achigãs, podendo na nossa opinião neste ultimo predador ser experimentado o tamanho 120 com 12g.

Enquanto que os tamanhos maiores 160 e 200 serão ideais para pescas mais pesadas, pargos e corvinas, em zonas de grande profundidade e correntes.


CORES 
As cores são muito naturais, que como lhes chama a Fiiish são "orgânicas" imitando peixes presa com grande perfeição, outra grande característica destes vinis.

Por isso a gama não é grande mas cobre a grande maior parte das necessidades, é que se a Fiiish procurou cores orgânicas por alguma razão foi, imitar as presas naturais do robalo e essas que cores têm???  Pois, orgânicas e naturais, sem grande espalhafato nem contrastes coloridos e o Robalo desenvolveu-se ao longo de milhões de anos a comer peixes com essas cores naturais.

Eu prefiro usar as cores em função das épocas, as presas do robalo alteram-se ao longo do ano e temos mais facilidade em o enganar quando lhe colocamos à frente um peixe que ele anda a comer, essa é uma das grandes dificuldades do spinning para quem está a começar, perceber o que anda o robalo a comer.

As cores que se mostraram mais eficazes neste inicio foram o Khaki, o Castanho e o Rosa, talvez as mais usadas, mas noutras paragens os azuis deram cartas, por isso o mais importante é seguirem-se os padrões de cores que sabemos funcionam melhor nas zonas onde pescamos, por presença de peixes presa nessas cores pela zona.

Em baixo uma tabela com as cores e tamanhos dos Black Minnow.





MONTAGEM
A montagem do Black Minnow requer algum treino, não é difícil bem pelo contrário, depois de se perceber realiza-se com grande facilidade.

O corpo do vinil vem já com um orifício no topo por onde devemos enfiar o gancho do cabeçote, um rasgo na barriga que oculta o anzol e um orifício interior do dorso para se enfiar o anzol no local correcto, desta forma não há que enganar.

Convém ter por perto um tubo de super-cola para se colar o vinil ao cabeçote depois de montado, há quem não o use mas para mim beneficia bastante o conjunto além de dar maior durabilidade.

A montagem faz-se conforme o video em baixo, está em Francês mas penso que mesmo sem se perceber o Francês o video é claro e explica bem a forma como se monta.



De algumas experiências feitas deu para perceber que podemos usar um cabeçote de um tamanho maior num corpo de menor tamanho mas o contrário já não.

Por exemplo, usei com resultado um cabeçote de 30g (usado no tamanho 160) num corpo 140, fiquei com um conjunto 140 com um cabeçote de 30g, mas se tentarmos colocar um cabeçote de 12g num 140 já não temos suficiente gancho para tal.

Nestes casos é conveniente usar os anzóis no tamanho do corpo para aproveitar o orifício que existe no corpo, para evitar rasgar o vinil.

Quanto à utilização de cabeçotes com anzol de outras marcas penso que se perde tudo o que este vinil tem de bom, o corpo está aberto para o anzol e não oferece suporte para um cabeçote normal de anzol incorporado, de qualquer forma pode-se experimentar mas com toda a certeza muito se perde, de que serve um bom vinil sem um cabeçote ajustado?

NATAÇÃO E ANIMAÇÃO
A natação dos Black Minnow é fluída e natural, variando em função das animações que realizamos, desde uma recolha mais linear a animações com jerks ou dentes de serra, o video que apresento em baixo é da Modern Angler, o distribuidor nacional,  bem exemplificativo da capacidades destes vinis, uma natação muito natural e apelativa em qualquer tipo de animação.



Pela experiências que fomos fazendo acho que as animações tem que produzir padrões o mais naturais possíveis, neste vinil tudo funciona pela naturalidade e é esse o grande segredo dos Black Minnow que o Ricardo acabou por descobrir...

Lembro-me um dia falar com ele, depois de apanhar uns valentes bigodes e lhe dizer, "...ó pá, não percebo... sem contar com a cana e carreto, de resto temos tudo igual, linha igual, tenso igual, vinil do mesmo tamanho e cor..." e o Ricardo no seu tom próprio me respondia "...Armando eu apenas tento imaginar o peixinho a vir junto ao fundo da forma mais natural, a apanhar a corrente e variar com ela, sempre a imaginar esse movimento de um peixe perdido na corrente..." a grande verdade é que o Ricardo conseguiu entre todos nós os melhores resultados.

Nos Black Minnow podemos aplicar tudo o que conhecemos nos vinis mas não se esqueçam que a naturalidade faz a diferença, experimentem, vejam como ele nada e como o podem animar e vão tentando melhorar a técnica.

Eu tenho essa animação lenta, linear e natural como a minha preferida, é à primeira vista a mais fácil mas tem os seus truques, tem que se ter mais sensibilidade e conseguir controlar a influência da corrente e do vento, que já não acontece numa animação em dentes de serra por exemplo, por isso trazer um vinil lentamente pelo fundo requer prática e hábito, tal como uma zagaia a correr na camada de água que queremos.

Eu pessoalmente gosto de animar também com toques curtos criados pelo movimento do punho, tipo twitching, pequenos toques que imprimem pequenas acelerações ao vinil, criando-lhe um jerk muito curto que é bastante apelativo, simula um peixe que se encontra em dificuldades, vulnerável e pronto para o predador, ideal para zonas baixas pois desta forma o vinil embora em cada twitch tenda a afundar ligeiramente, mas nunca chega a afundar em demasia.

Em zonas fundas será de tentar também a tão bem conhecida animação em dentes de serra, que com toda a certeza produzirá os seus resultados.

CONCLUSÃO
Os Black Minnow estão ai para ficar, a dar provas por esse pais fora, quer no mar quer em águas interiores, por tudo o que deu para perceber é um vinil que irá dar muitas alegrias aos pescadores que os utilizarem.

Como principais vantagens pode-se apontar a sua grande naturalidade quer de apresentação quer em termos de vibração e natação, o sistema de anzol escondido que reduz bastante as prisões, permitindo pescar em zonas difíceis e por fim a grande variedade de tamanhos e pesos que permite utilizar este Black Minnow em quase todas as situações de pesca, ao gosto e estilo de cada um.

Em termos de desvantagens a gama de cores é curta em alguns tamanhos, onde faltam cores mais agressivas para peixes como a Corvina, o cabeçote é ainda em chumbo, um metal pesado que polui os nossos mares, podendo se ter pensado numa situação ecológica e inovadora, por fim a inexistência de combos em todas as cores é também um ponto a rever pela Fiiish.

23 comentários:

  1. Boas Armando!
    Quem não conhece até poderia pensar que foste tu o inventor deste vinil :)
    Está aqui uma boa explicação à cerca desta amostra... Um relato que com certeza deu trabalho a fazer...
    Irá certamente ajudar alguém que pouco conheça esta amostra...
    Um abraço e parabéns.

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    1. Boas Pedro,

      Quem me dera, quem me dera, mas a minha criatividade não deu para tal :)

      Acredita que é uma aposta ganha!!!

      Muito obrigado, um abraço.

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  2. Boas Armando, os meus parabéns, pois escreveste um belo artigo sobre estes vinis, para quem ainda não conhece, o que acho dificil, tem aqui uma grande ajuda.
    Em relação às Corvinas, já não encontro grande utilidade, além das cores não serem chamativas, a corvina ataca quase sempre o rabo do vinil, mesmo que ataque a cabeça, nada como ter o anzol a descoberto, pois até na maioria das vezes quando atacam a cabeça do vinil nunca é da mesma forma que o robalo. Esta é a minha opinião.
    Um grande abraço

    Luis Malabar

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    1. Boas Luis,

      Muito obrigado.

      Sabes que tenho encontrado muita gente que ainda desconhecia, e este artigo tem o objectivo de ajudar um pouco quem se inicia.

      Quanto às Corvinas é peixe e pesca da que não posso falar, infelizmente por aqui só robalada se apanha, mas pelo que sei pode-se usar o mesmo sistema que se usa em tantos outros vinis, colocando uma fateixa ou um anzol no final da cauda, ligada por um fio ao gancho do cabeçote, em relação às cores é o que eu digo, são curtas de facto.

      Um grande abraço.

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  3. Parabéns pelo artigo que descreve muito bem o Black Minnow. O vinil da Fiiish certamente irá fazer parte das minhas opções…vou ter que o adquirir rapidamente!!!

    Entretanto vamos ter uns dias que prometem.

    Abraço e boas pescarias

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    1. Boas José,

      Muito obrigado, vale a pena experimentar!

      Parece que sim, vamos ver se o peixe colabora este fim de semana!

      Um abraço.

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  4. Parabés Armando, por teres feito um post tão bem elaborado acerca dos Black Minow!
    Ainda não tenho esses peixinhos mas estou a ver que brevemente tenho que apostar neles... Talvez na próxima temporada...:)

    Abraço e força com esse marafado...

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    1. Boas Manuel,

      Muito obrigado, que sirva para esclarecer e que ajude quem precisa.

      Acredita que fazes uma excelente opção se apostares neles.

      Um abraço,

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  5. Bom artigo, principalmente serve para quem não conhece este vinil. Para já para mim é apenas um vinil articulado. Tenho gostado, mas só em breve vou fazer uns testes aqui na zona aos robalos e corvinas. Um abraço.
    Filipe.

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    1. Boas Filipe,

      Muito obrigado, fico a aguardar os resultados desses testes, se correrem como correu aqui por cima vais ficar a gostar bem deles e verás que não é apenas um vinil articulado, é bem mais do que isso.

      Um abraço.

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  6. Muito bom artigo parabens....de facto é um optimo isco artificial.
    Ds vezes que usei gostei muito...tabalha muito bem e a cabeça é muito lançadora.
    Relativamente ás desvantagens (variedade) a solução é...brincolage.
    Não é o molde mais fácil de fazer (requer uns truques)mas depois é muito fácil de produzir...tanto o cabeçote em chumbo que se pode usar liga para o tornar mais resistente como o corpo onde podemos brincar com várias cores e até consistências de rigidez do vinil.

    José Cabrita

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    1. Boas José Cabrita,

      Muito obrigado, são como diz, trabalham bem e lançam bem, além disso estes vinis são matadores.

      Ainda não me dei a essas aventuras bricoleiras, mas pelo que tenho visto em alguns blogs conseguem-se também reproduzir com alguma facilidade, assim conseguimos colmatar a falha nas cores em alguns tamanhos, já com o chumbo prefiro não arriscar, nem aconselho, os vapores de chumbo são altamente nocivos para a saúde e para mim a saúde está primeiro, ai é preciso ter muito cuidado, usar máscaras apropriadas e locais bem ventilados para fundir o chumbo ou suas ligase.

      Um abraço.

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  7. carlos crisostomo31/05/13, 22:44

    Excelente artigo sem dúvida alguma.
    Parabéns pelo trabalho efetuado.
    Bastante elucidativo para quem começou agora e não só a usar vinis.
    Na minha modesta opinião estes vinis a par da Savage são os melhores que se encontram no mercado.
    Em relação aos cabeçotes provavelmente poderiam ser feitos de uma outra liga.

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    1. Olá Carlos,

      Muito obrigado, espero que realmente que o artigo ajude quem precisa.

      Um abraço.

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  8. Buen articulo ! i mi enhorabuena por el blog, estaré atento.

    Un saludo !

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    1. Olá Pep Franco,

      Muito obrigado, apareça sempre!

      Un saludo!

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  9. Olá amigo Armando!

    Parabens pelo magnifico artigo...são umas boas horas de testes, jornadas de pesca , muitas, e pesquisa deste fantástico vinil.
    Como o disseste acerca do meu comentário, temos que tirar partido da naturalidade deste vinil, não temos a necessidade de grandes movimentos, até porque podemos deixar de ter o seu nadar tão natural.
    O importante é mesmo aproveitar cada corrente, suas mudanças, ondulação para que este Black Minnow se torne matador!
    De todos os peixes ferrados, apenas um, de grande porte, lá se foi, isto porque bastou deixar de exercer tensão e ele .....
    Fui dos que mais peixe tirou mas acreditem que se eles lá andarem ....é ferragem na certa!
    Vamos continuar a apostar nos Black Minnow, e para quem se inicia nada melhor que este vinil...experimentem e venham os relatos das vossas capturas!!!
    Um abraço!!!

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    1. Grande Ricardo,

      Estiveste em grande com os Black Minnow, por isso o peixe se pôs a mexer com medo lol

      Vamos lá ver se o peixe entra e isto anima...

      Um grande abraço

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  10. Boas Armando,
    antes de mais parabéns pelo Post, tenho uma pequena duvida, como quero usar este tipo de amostra, gostaria de saber se é possível usar cabeçotes de 20g em amostras Black Minnow de 120mm e nas de 140mm usar cabeçotes de 25g??
    Obrigado.
    Cpts.

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    1. Boas Marco,

      Podes usar sempre os cabeçotes de um tamanho maior para um mais pequeno, por exemplo poder usar os cabeçotes de 20g do tamanho 140 num corpo 120 com anzol 120.

      E podes usar o contrário, como dizes um cabeçote 25g num corpo 140, com um anzol 140.

      Um abraço

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  11. Ok, obrigado Armando.

    Abraço!!!

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  12. Olá Armando,

    Desde já os meus Parabéns pelo post e Muito Obrigado pelas dicas.

    Gostaria que ajudasses a esclarecer uma duvida caso seja possivel:
    Hoje à tarde, por curiosisdade fui "Spinnar" pela 1ªVez (só pescava ao fundo) e para o efeito fui comprar uma Black Minnow de 120 com cabeçotes 25g. até aqui nada de especial.

    Acontece que, em vez de comprar tudo da mesma cor, comprei cabeçotes de uma cor e corpos de outra (Khaki) e, sorte de principiante, após poucos lançamentos tive uma prenda de batismo de 1,712Kg :)

    Gostava de saber se é normal, ou se devo conjugar cores, ou se foi apenas mero acaso e o melhor é comprar tudo da mesma cor?!

    Mais uma vez Muito Obrigado pela partilha de ideias!

    Abraço,

    Sérgio

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    1. Olá Sergio Rodrigues,

      Parabéns pelo peixe, nos dias que correm é muito bom!!!

      Pode sempre usar um cabeçote de uma cor com outra cor qualquer, não foi inventado assim mas dá para desenrascar e como acabou de porvar, tira peixe tambem, por isso se puder ter tudo a condizer será mais natural mas não se incomode se usar cores misturadas.

      Eu prefiro determinadas cores de corpos combinadas sempre com cabeçotes à cor, mas desde que seja tudo do mesmo tamanho não terá qualquer problema.

      Abraço

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